Desrespeito
Minha reclamação contra os homens continua, mas acredito na redenção humana e ainda escreverei algo muito ótimo sobre nós.
É época natalina, fim de ano, momento de confraternização e idealização de coisas melhores e assim mesmo nós acabamos fazendo algo feio, que descaracteriza monstruosamente esse momento de paz, fraternidade, felicidade e possíveis concretizações.
O desrespeito e seu irmão mais velho, o desprezo estão cada vez mais presente no cotidiano da raça humana. Esses sentimentos destrutivos estão de encontro contra a própria pessoa, contra a natureza e contra a cidade (entre outras coisas).
- Contra a pessoa, surge no momento em que FODA-SE todos e eu sou o mais importante. Quem necessita de ajuda, tanto monetária ou psicológica, ou que precisa apenas de um abraço ou um sorriso ou até mesmo um "bom dia", sofre com o pior dos sentimentos humano. Pois quem se preoculpa com aquele que dorme com frio e toma chuva no meio da rua?
É impressionante como poucos andam na rua e de alguma forma, tentam ajudar aqueles que não conseguem nem pedir ajuda. Mas tem também aqueles que tem uma casa, familia, dinheiro, tudo e ainda sofre com esse sentimento.
- Contra a natureza, surge no momento em que DANE-SE o mar, uma floresta, um riacho e uma árvore. É um tanto irracional o gosto que nós homens temos por destruição. Eu mesmo já fui repreendido por ficar testando minha mira num arbusto, jogando pedra e o que me fez nunca mais esquecer isso, é que quem me repreendeu foi um senhor que não tinha as pernas. Quantas vezes vemos florestas sendo queimadas e mares servindo de esgoto sem motivo para isso e para isso, não há motivo.
- Contra a cidade, surge no momento em que (já não sei como mais xingar) sujamos as ruas, pixamos horrivelmente os muros (nada contra a arte de grafitar, eu até acho bonito), fazemos propaganda para um filho de uma (talvez) boa mãe que nem nos conhece e depois não se preoculpa com a sujeira que sua imagem impõe para a cidade inteira. A culpa acaba caindo nas costas daqueles que varrem as ruas e catam nossos lixos, que passam o dia debaixo de um sol forte tentando limpar o estrago que "um simples" papel de bala faz quando não somos capazes de esperar uma lixeira aparecer.
Pois é amiguinhos esse foi mais um texto de reclamação, mas a força está conosco e coisas boas ainda virão.
É época natalina, fim de ano, momento de confraternização e idealização de coisas melhores e assim mesmo nós acabamos fazendo algo feio, que descaracteriza monstruosamente esse momento de paz, fraternidade, felicidade e possíveis concretizações.
O desrespeito e seu irmão mais velho, o desprezo estão cada vez mais presente no cotidiano da raça humana. Esses sentimentos destrutivos estão de encontro contra a própria pessoa, contra a natureza e contra a cidade (entre outras coisas).
- Contra a pessoa, surge no momento em que FODA-SE todos e eu sou o mais importante. Quem necessita de ajuda, tanto monetária ou psicológica, ou que precisa apenas de um abraço ou um sorriso ou até mesmo um "bom dia", sofre com o pior dos sentimentos humano. Pois quem se preoculpa com aquele que dorme com frio e toma chuva no meio da rua?
É impressionante como poucos andam na rua e de alguma forma, tentam ajudar aqueles que não conseguem nem pedir ajuda. Mas tem também aqueles que tem uma casa, familia, dinheiro, tudo e ainda sofre com esse sentimento.
- Contra a natureza, surge no momento em que DANE-SE o mar, uma floresta, um riacho e uma árvore. É um tanto irracional o gosto que nós homens temos por destruição. Eu mesmo já fui repreendido por ficar testando minha mira num arbusto, jogando pedra e o que me fez nunca mais esquecer isso, é que quem me repreendeu foi um senhor que não tinha as pernas. Quantas vezes vemos florestas sendo queimadas e mares servindo de esgoto sem motivo para isso e para isso, não há motivo.
- Contra a cidade, surge no momento em que (já não sei como mais xingar) sujamos as ruas, pixamos horrivelmente os muros (nada contra a arte de grafitar, eu até acho bonito), fazemos propaganda para um filho de uma (talvez) boa mãe que nem nos conhece e depois não se preoculpa com a sujeira que sua imagem impõe para a cidade inteira. A culpa acaba caindo nas costas daqueles que varrem as ruas e catam nossos lixos, que passam o dia debaixo de um sol forte tentando limpar o estrago que "um simples" papel de bala faz quando não somos capazes de esperar uma lixeira aparecer.
Pois é amiguinhos esse foi mais um texto de reclamação, mas a força está conosco e coisas boas ainda virão.
