Tentarei esclarecer certos aspectos de minha vida, ao explicar aqui, o porque não me interesso por bebidas e futebol(não gostar disso aqui no Brasil, é meio complicado).
Não me lembro agora, quando comecei(é comecei mesmo) meu desinteresse pela bebida(tirando o vinho, que sou apaixonado, graças a Dionisio), mas sei que cerveja, em nada faz minha cabeça, vodca, não me interessa(apesar de ser um apaixonado pela Russia), tequila também não(até me parece bebida de mulher, a mulherada que conheço, não desgruda de uma tequila, muito mais do que a kuekada) cachaça, whisky, conhaque, etc., nada disso me dá agua na boca. Posso não me recordar de quando veio minha não vontade de compartilhar esses destilados ou fermentados, mas sei alguns dos motivos de me fazer não chegar perto(não sou chato a ponto de detestar bebida e quem bebe, somente não bebo).
Ja vi(e quem não viu) milhares de bêbados, trêbados, chapados, andarem por ai e fazer coisas que arrependem depois, mas depois que a consciência "culpada" volta ao normal, lá vão eles beberem novamente. Não tenho pais que bebem e brigam entre si ou que me bateram quando criança, mas tenho conhecidos assim. Várias baladas já foram regadas de amigos vomitando no banheiro e me puxando para perto para dizer, "vou parar com essa vida, não aguento mais beber, e no proximo fim de semana, lá estavamos nos de novo no banheiro(outro banheiro), com a mesma conversa.
Beber é um acontecimento social(por isso muitos dizem que bebem "socialmente", mas quase todos estrapolam. Tomar um pilequinho, ou melhor, ver alguém proximo de você de pileqinho, é bem interessante, pois a conversa fica animada e "profunda", mas quando chega ao ponto de alguém, ou desse alguém mesmo, ficar fungando no seu cangote, com um bafo de bebida fermentada no estômago, o acontecimento social chega ao momento extremamente desagradável.
Eu bebo vinho, gosto demais bessa bebida, adoro ficar com uma garrafa na mão e beber esse liquido dos deuses, mas não consigo atingir o patar do bêbado, ja que a bebida começa a ter um sabor desagradável quando passa de uma certa quantidade.
Ja fiquei embreagado(depois de umas doses de cachaça e vodca, numa brincadeira com os amigos), cheguei em casa, meu pai ficou rindo de mim e minha mãe chorou(pois um irmão dela morreu por causa disso), vomitei no banheiro, na cama bebi café sem açucar, bem forte e depois fomos à uma festa, onde eu fiquei maravilhosamente agradável(como dissem minhas irmãs), falei muito pouco, dancei sem exageros, não cantei as amigas das minhas irmãs(e o medo do bafo), dai em diante, nunca mais fiquei bêbado(mas é como eu disse, agora não consigo ficar bêbado, nem querendo, a bebida começa a ficar desagradável).
Uma das piores coisas que pode acontecer numa "saída", é ser incomodado por um bêbado, já que limite é algo que não faz parte de seu cotidiano, nem de seu vocabulário, mas um pilequinho de vez em quando não machuca ninguém e não incomoda tanto, deste que seja alguém próximo.
Vamos para o futebol agora. Á o futebol, festa brasileira em que uma multidão de pessoas são levadas a empolgação quando a bola atinge a rede, ainda mais se for no ângulo.
Continua...
Continuando... (vamos ver se acabo isso hoje - 26/03 - 15:42)
Desde pequeno não me interesso muito por esse esporte (e posso dizer que tive minhas desavenças com outras pessoas por causa disso).
Futebol é a paixão nacional, mas tenho outras paixões, como basquete e principalmente, artes marciais, se querem me deixar feliz (e isso não é propaganda), me apresente algo sobre lutas, Muay Thai, Kenjutsu, Boxe, Kung Fu, Aikido, Tai Chi Chuan, Ninjutsu, Capoeira, sobre samurais e até sobre Jiu Jitsu, mas voltemos para o futebol, que é o que importa aqui.
Fui algumas vezes à um estádio, quando era criança, adolescente e quando me mudei para BH. Assisti a um jogo no Independência(quando adolescente, antes de me mudar para cá) e no Minerão (ja morando aqui), tenho que admitir que foi muito legal, gostei mesmo de ir à um estádio, ainda mais grande como o Minerão. Há um atmosfera empolgante durante todo o processo(antes, durante e depois do jogo), mas ainda não consigo gostar do "grande esporte" dos brasileiros.
Enormes pláteias se formam para assistir um jogo de 90minutos, com 15 de intervalo entre dois tempo, onde um bola tem que ser chutada para um gol e ganha que fizer mais gols (resumindo de forma pouco interessante, é isso, mas espero que os fanáticos não me escomunguem por isso). Com o tempo, você passa a olhar de forma imparcial e aprende a fazer certos comentários que não demonstra sua incapacidade de gostar de um esporte que gera milhões de grana(para não falar reais, euros ou dólares).
O futebol tem beleza, plástica, ousadia, criatividade, magia e oportunismo, que me faz acreditar que existe luz no fim do túnel, mas com o tempo, também se acumula anos de irritabilidade quanto a falta de esportividade e agressividade que uma parcela de torcedores decelebrados adoram exibir quando seu time "do coração" perde e até mesmo quando ganha. Ganhando ou perdendo, o torcedor tem que tomar muito cuidado ao sair do "templo" em que foi torcer pelo time que o faz sorrir e chorar.
Em casa já vi minha irmã + velha, perder a cabeça quando "seu"(já que o time que torce, acaba sendo seu, pois o torcedor sempre sabe administrar melhor do que qualquer técnico ou presidente) time e quase bate a cabeça mesmo na parede, de raiva e meu pai me mandar calar a boca algumas vezes quando fazia algum comentário "errado" (ou contra o time dele). O que mais vemos por ai é torcedores se degladiando e se matando até por 1 gol (gol esse que pode desclassificar e até tirar a taça de campeão).
Eu sei que ninguém gosta de perder (eu por exemplo fico muito irritado, na verdade ficava mais, hoje acho que não se deve perder a calma por algo que não seja verdadeiramente importante, sem demagogia, mas sou ainda um tanto chato e ainda não gosto de perder, ainda perdo a esportiva, mas não saio batendo em alguém por ai), mas chegar ao ponto de brigar até a morte é radical demais para meus conceitos, ter desavênças, discutir, tirar sarro, gritar, chorar até que vai, mas se descabelar e querer arrancar o pescoço de outra pessoa que não tem nada a ver com a "desgraça" que é ver o time perder é apelação demais.
O futebol é um esporte de massa, o foda é que a massa talvez não esteja verdadeiramente preparada para se divertir com esse esporte, que deveria trazer distração, educação e ser saudável, como todos esportes.
Eu não me interesso pelo futebol, por não possuir nenhuma compatibilidade com a bola em meus pés e por ver cada dia mais que ele se distancia do propósito que foi criado e os dirigentes também ajudam, já que o futebol show que existia na época de meu pai, está sendo trocado pelo futebol rendável e vendável onde o jogador vende mais, rende mais do que joga mais.
Bebida e futebol, são duas coisas que não me chama muita atênção, ainda mais quando estão juntas.
domingo, março 19, 2006
sexta-feira, março 10, 2006
Férias
Esse será meu último post do "momento bobinho"(bobinho porque os assuntos não são de tamanha relevância assim, "meu carnaval", "minha viagem", "minhas férias", parecem coisa de menino até a 8ª série)
Minhas férias acabam amanhã, dia 11 e volto a trampar dia 13. Não fiz o que mais queria nesse tempo(tive 20 dias de férias), não tirei meu CAT para dar aula, não pulei de bungee jump e gastei minha grana toda, mesmo sem ir nos Stones e U2.
Ontem, dia 09, fui à Ouro Preto(eu, minha irmã e o namorado, minha prima e o esposo, foda ir segurando vela, hehe, mas tinha que ir, ja que era o motorista da galera). A "viagem" é linda(1 hora e 15 minutos, Ouro Preto é aqui do lado), muita paisagem de cartão postal e dá para viajar legal com a vista(Minas tem essa prerrogativa de possuir vários lugares maravilhosos), as montanhas de Minas talvez é o que me faz, em grande parte, ama-la.
Ouro Preto é uma cidadezinha lindíssima e tenho uma vontade enorme de morar lá. É conhecida também por ser uma cidade de estudantes, o centro histórico possui vários alojamentos para estudantes e todos devem passar por momentos hilários para poder conseguir o direito de morar em alguns deles(muitos estudantes devem andar pelo centro com uma plaquinha ou quase um OutDoor, escrito o seu nome e o da república que vai morar, é muito legal, é o tipo de trote que não feri ninguém e como toda a cidade ja deve estar acostumada com isso, acredito que a vergonha e o vexame não seja tão forte assim).
Comprei mais um xadrez para minha coleção(agora são 7, 1 de madeira, 1 pequenininho de imã, 2 de resina, 1 de plástico e 2 de pedra sabão), que pode ser o mais bonito até o momento, onde todas as pedras são bem trabalhadas e é muito bonito.
Desta vez não entrei na igreja de São Francisco, mas ta blz, oportunidades não faltarão.
Acredito que no próximo post, escreverei sobre algo deveras interessante, que não seja sobre "como gosto de dirigir e gosto de correr" ou "como meu carnaval é legal" ou até "como foram minhas férias". HEHE. Prometo colocar algo mais edificante aqui, se bem que escrever sobre "nada", é até relaxante e não tenho que, nem quero, ficar parecendo um cdfzinho que se acha o bambambam.
Minhas férias acabam amanhã, dia 11 e volto a trampar dia 13. Não fiz o que mais queria nesse tempo(tive 20 dias de férias), não tirei meu CAT para dar aula, não pulei de bungee jump e gastei minha grana toda, mesmo sem ir nos Stones e U2.
Ontem, dia 09, fui à Ouro Preto(eu, minha irmã e o namorado, minha prima e o esposo, foda ir segurando vela, hehe, mas tinha que ir, ja que era o motorista da galera). A "viagem" é linda(1 hora e 15 minutos, Ouro Preto é aqui do lado), muita paisagem de cartão postal e dá para viajar legal com a vista(Minas tem essa prerrogativa de possuir vários lugares maravilhosos), as montanhas de Minas talvez é o que me faz, em grande parte, ama-la.
Ouro Preto é uma cidadezinha lindíssima e tenho uma vontade enorme de morar lá. É conhecida também por ser uma cidade de estudantes, o centro histórico possui vários alojamentos para estudantes e todos devem passar por momentos hilários para poder conseguir o direito de morar em alguns deles(muitos estudantes devem andar pelo centro com uma plaquinha ou quase um OutDoor, escrito o seu nome e o da república que vai morar, é muito legal, é o tipo de trote que não feri ninguém e como toda a cidade ja deve estar acostumada com isso, acredito que a vergonha e o vexame não seja tão forte assim).
Comprei mais um xadrez para minha coleção(agora são 7, 1 de madeira, 1 pequenininho de imã, 2 de resina, 1 de plástico e 2 de pedra sabão), que pode ser o mais bonito até o momento, onde todas as pedras são bem trabalhadas e é muito bonito.
Desta vez não entrei na igreja de São Francisco, mas ta blz, oportunidades não faltarão.
Acredito que no próximo post, escreverei sobre algo deveras interessante, que não seja sobre "como gosto de dirigir e gosto de correr" ou "como meu carnaval é legal" ou até "como foram minhas férias". HEHE. Prometo colocar algo mais edificante aqui, se bem que escrever sobre "nada", é até relaxante e não tenho que, nem quero, ficar parecendo um cdfzinho que se acha o bambambam.
sábado, março 04, 2006
Carnaval 2
Vou agora para a segunda parte do carnaval.
Ja tive carnavais de vários tipos. Carnaval em que me diverti pra carai, que fiquei triste, que tava apaixonado, que beijei muito, que não beijei nada, que fiquei com amigos, que fiquei em casa, que aproveitei e que briguei(esse foi deveras muito chato, não bati em ninguém não, só numa pilastra).
Esse carnaval foi muito bom(como já disse, revi muita gente), mas acabei não fazendo coisas que planejei(não li nada que devia, nem joquei poquer).
Sexta chegamos e demos uma volta pela praça da cidade, aonde acontece os shows(mas era sexta, e a cidade ainda não extava cheia como costuma ficar), e voltamos cedo para casa. Sabado de manhã acordei 05:30 para buscar 2 amigas da minha mana mais velha(Renata) na "rodoviária"(ponto de parada de onibus para ser mais claro) da cidade, é pertinho de casa, mas era de madruga ainda e elas não conheciam a cidade e estavam com malas e mais malas(são mulheres né), voltei para cama e meu pai foi buscar minha irmã(que tinha chegado numa outra cidadezinha e não iria pegar um onibus para chegar em Nova Viçosa, meu pai foi lá), acordei eram umas 11 horas e a mulherada ja tinha ido para praia(todo dia foi assim, quando acordava, quase todo mundo ja tinha ido para praia ou tava voltando dela, eram meio que, meus pais chegavam e o resto saia). Meus primos chegaram de "surpresa"(meio que estavam indecisos se iriam ou não) e ai tive com quem ficar saindo(minha irmã mais velha estava com as amigas(4), minha irmã mais nova(Rogeria) estava com o namorado, como eu tava sozinho, ficava com meus primos, que levaram esposa e namorada e minha prima, mas tava blz, eu não tava procurando rolo não). Sabado a tardinha, fui à praia com os primos e revi alguns amigos. Domingo, dei um mergulho de manhã no mar(preferiria de noite, mas ta valendo), joguei um pouco de war de tarde com um irmãzão que fui padrinho de casamento e meus primos(das duas vezes que jogamos, não terminamos por completo, uma porque cansaram de ficar jogando e a outra porque meu primo ja tava quase na hora de ganhar(se não fosse ele, seria eu) e terminamos antes(a esposa do meu amigo, ja tava meio que com presa de ir embora). A noite, ficava em Nova Viçosa mesmo, Renata ia todo dia para Mucuri(20 km) com as amigas, eu só fui de terça para quarta.
Esse não fui um carnaval espetacular, nem horrivel, foi tranquilo e sossegado, deu para dar uma descançada e matar saudade de algumas pessoas, mas agora recomeça a vida do dia a dia, o Brasil começa a se mover(aqui é assim né, só depois do carnaval é que o ano na verdade começa), minhas férias acabam dia 11, mas sábado eu não trabalho e 12 é domingo, então só volto na verdade, dia 13.
Desse carnaval não tenho tanto para contar, teria de carnavais anteriores, mas não to muito a fim de fazer isso agora não.
Ja tive carnavais de vários tipos. Carnaval em que me diverti pra carai, que fiquei triste, que tava apaixonado, que beijei muito, que não beijei nada, que fiquei com amigos, que fiquei em casa, que aproveitei e que briguei(esse foi deveras muito chato, não bati em ninguém não, só numa pilastra).
Esse carnaval foi muito bom(como já disse, revi muita gente), mas acabei não fazendo coisas que planejei(não li nada que devia, nem joquei poquer).
Sexta chegamos e demos uma volta pela praça da cidade, aonde acontece os shows(mas era sexta, e a cidade ainda não extava cheia como costuma ficar), e voltamos cedo para casa. Sabado de manhã acordei 05:30 para buscar 2 amigas da minha mana mais velha(Renata) na "rodoviária"(ponto de parada de onibus para ser mais claro) da cidade, é pertinho de casa, mas era de madruga ainda e elas não conheciam a cidade e estavam com malas e mais malas(são mulheres né), voltei para cama e meu pai foi buscar minha irmã(que tinha chegado numa outra cidadezinha e não iria pegar um onibus para chegar em Nova Viçosa, meu pai foi lá), acordei eram umas 11 horas e a mulherada ja tinha ido para praia(todo dia foi assim, quando acordava, quase todo mundo ja tinha ido para praia ou tava voltando dela, eram meio que, meus pais chegavam e o resto saia). Meus primos chegaram de "surpresa"(meio que estavam indecisos se iriam ou não) e ai tive com quem ficar saindo(minha irmã mais velha estava com as amigas(4), minha irmã mais nova(Rogeria) estava com o namorado, como eu tava sozinho, ficava com meus primos, que levaram esposa e namorada e minha prima, mas tava blz, eu não tava procurando rolo não). Sabado a tardinha, fui à praia com os primos e revi alguns amigos. Domingo, dei um mergulho de manhã no mar(preferiria de noite, mas ta valendo), joguei um pouco de war de tarde com um irmãzão que fui padrinho de casamento e meus primos(das duas vezes que jogamos, não terminamos por completo, uma porque cansaram de ficar jogando e a outra porque meu primo ja tava quase na hora de ganhar(se não fosse ele, seria eu) e terminamos antes(a esposa do meu amigo, ja tava meio que com presa de ir embora). A noite, ficava em Nova Viçosa mesmo, Renata ia todo dia para Mucuri(20 km) com as amigas, eu só fui de terça para quarta.
Esse não fui um carnaval espetacular, nem horrivel, foi tranquilo e sossegado, deu para dar uma descançada e matar saudade de algumas pessoas, mas agora recomeça a vida do dia a dia, o Brasil começa a se mover(aqui é assim né, só depois do carnaval é que o ano na verdade começa), minhas férias acabam dia 11, mas sábado eu não trabalho e 12 é domingo, então só volto na verdade, dia 13.
Desse carnaval não tenho tanto para contar, teria de carnavais anteriores, mas não to muito a fim de fazer isso agora não.
sexta-feira, março 03, 2006
Carros
Antes de escrever a 2ª parte sobre carnaval, escreverei sobre a viagem, tanto de ida quanto de volta.
Acordamos sexta-feira(dia 24) as 05:40, saimos de casa as 06:30.
A viagem começou com pequenos engarrafamentos na saida da cidade, meu pai levou o carro até na parada para almoço, depois fui eu(adoro dirigir, sou meio zé gasoza).
Durante uma viagem, você percebe várias coisas, algumas quando é passageiro e outras quando está no volante, dirigi o carro durante somente 4 horas, mas deu para perceber diversas coisas, coisas que ja percebia em outras viagens, mas que escreverei sobre elas agora.
Na estrada, é quase cada um por si MESMO(é claro que quando tem acidente, o pessoal ajuda mesmo, mas fora disso, todos querem chegar primeiro e a estrada tem que seu mais larga e parece pista de decolagem as vezes, o que tem de carro que anda a quase 180 ou 200, não é mole, eu por exemplo tive que fazer um ultapassagem a 170, minha mãe quase teve um troço).
4 horas na estrada pode ser relativamente rápido, dependendo do ponto de vista, andei por uma estrada +/-, boa de se dirigir, sem tantas curvas(meu pai ficou com a pior parte) e as montanhas de Minas, estavam ficando menores, se transformando em grandes pedras, pequenas pedras até não haver mais nada, ja na divisa com a Bahia(exatamente na divisa, numa ponte pequenina, a estrada muda drásticamente, do lado de lá, uma buracada que vem melhorando com o passar dos anos).
No começo da MINHA viagem, foi uma ultrapassagem atras da outra, na reta era só 120 a 140, mas nas curvas eu diminuia bastante(meu pai é quem tem as manhas mesmo de curvar a 110, 120) eu queria chegar rápido, ja tava cansado da viagem(como disse, saimos 06:30, chegamos á 18:00) e com o tempo, pai e mãe(que tava toda hora olhando o velocimetro do banco de tras), ja pediam para manerar e que não precisava correr, quem quizesse voar na frente, era para deixar ir(eu ja não tava muito na vontade de ficar correndo atras de carro que ultrapassava e era ultrapassado, isso não me excita a muito tempo), mas eu queria chegar rapido, então continuava com os 130(media). Quando ultrapassei a 170(nunca tinha colocado isso num carro), o carro, com os vidros abertos, parecia que ia perder o rumo, e o braço tinha que falar mais alto, vi que era muito duka, mas precisava diminuir.
Chegando ao destino, ou melhor, quase chegando ao destino, depois de uma reta de 17km+/-(com subida e descida, mas sem curvas), ja tava tranquilo e a carreata continuava a ultrapassar, deixei o carro a 120, mas sentia algo estranho, o carro dava umas rabiadas de quando em vez, parecia que puxava de lado, e ai dois carros passaram buzinando e apontado pro lado, falei pro meu pai que tava sentindo o volante querendo quiar sozinho, ele perguntou se tinha furado algum pneu(nunca tinha furado pneu dirigindo), parei no acostamento e vi o pneu direito trazeiro, chapado no chão(caracas eu podia ter capotado e matado minha familia, na velocidade que eu tava), troquei o pneu e continuamos.
Na terça feira, minha irmã mais velha, ia embora com as amigas dela, fui leva-las na cidade em que iriam pegar o onibus, na ida, uma pick-up me ultrapassou e um uno, foi no vacuo dela, o foda é que eu tava no caminho, o uno me fechou, freei o carro para ele passar e minha irmã xingou o cara por gerações, logo à frente, vimos os mesmo ultrapassarem numa subida(naquela reta que falei), sem visibilidade alguma, quem viesse em direção contraria... nem quero ficar pensando. Deixei todas no rodoviária e voltei. Estrada de noite, sozinho, escutando um som, vidros abertos, com uma mão no volante, voltei refletinho sobre várias coisas e sobre minha lindinha. Pois é, viajar numa estrada beira mar, com som alto, céu limpo com várias estrelas só para você, ja valeu a viagem.
Na viagem de volta, peguei o carro primeiro, viajei 5 horas dessa vez e com sono, meus olhos(principalmente o direito) piscaram muito, mas tinha uma familia comigo(a minha) e dormir era o que não iria fazer(sempre quando entro no carro, mesmo com sono, eu consigo ficar acordado, talvez o senso de responsa, fala mais alto, quando fui e voltei de sampa, foi a mesma coisa, na volta com sono e sempre dividindo viagem com meu pai, ele é tão fominha de carro para viagem com eu). Foi muito mais tranquila, o que eu tinha feito com 4 horas na ida, fiz com 3 na volta e um pouco antes de parar para almoçar e entregar o carro para pai, o pneu fura novamente, o mesmo pneu, mas outro furo. Lá fui eu trocar o pneu de novo, aquele porta mala lotado, tira tudo e pega o pneu, todo mundo me olhando trocar o pneu, mas meu pai ajudou nas duas trocas, para ir mais rápido, hehe.
Essa foi uma viagem legal, revi muita gente, faltou um irmãozão e outro amigão, mas ta falendo, não sei quando viajarei assim novamente(com esse intuito, quero viajar mais por aqui mesmo, conhecer mais minha linda Minas Gerais).
Acordamos sexta-feira(dia 24) as 05:40, saimos de casa as 06:30.
A viagem começou com pequenos engarrafamentos na saida da cidade, meu pai levou o carro até na parada para almoço, depois fui eu(adoro dirigir, sou meio zé gasoza).
Durante uma viagem, você percebe várias coisas, algumas quando é passageiro e outras quando está no volante, dirigi o carro durante somente 4 horas, mas deu para perceber diversas coisas, coisas que ja percebia em outras viagens, mas que escreverei sobre elas agora.
Na estrada, é quase cada um por si MESMO(é claro que quando tem acidente, o pessoal ajuda mesmo, mas fora disso, todos querem chegar primeiro e a estrada tem que seu mais larga e parece pista de decolagem as vezes, o que tem de carro que anda a quase 180 ou 200, não é mole, eu por exemplo tive que fazer um ultapassagem a 170, minha mãe quase teve um troço).
4 horas na estrada pode ser relativamente rápido, dependendo do ponto de vista, andei por uma estrada +/-, boa de se dirigir, sem tantas curvas(meu pai ficou com a pior parte) e as montanhas de Minas, estavam ficando menores, se transformando em grandes pedras, pequenas pedras até não haver mais nada, ja na divisa com a Bahia(exatamente na divisa, numa ponte pequenina, a estrada muda drásticamente, do lado de lá, uma buracada que vem melhorando com o passar dos anos).
No começo da MINHA viagem, foi uma ultrapassagem atras da outra, na reta era só 120 a 140, mas nas curvas eu diminuia bastante(meu pai é quem tem as manhas mesmo de curvar a 110, 120) eu queria chegar rápido, ja tava cansado da viagem(como disse, saimos 06:30, chegamos á 18:00) e com o tempo, pai e mãe(que tava toda hora olhando o velocimetro do banco de tras), ja pediam para manerar e que não precisava correr, quem quizesse voar na frente, era para deixar ir(eu ja não tava muito na vontade de ficar correndo atras de carro que ultrapassava e era ultrapassado, isso não me excita a muito tempo), mas eu queria chegar rapido, então continuava com os 130(media). Quando ultrapassei a 170(nunca tinha colocado isso num carro), o carro, com os vidros abertos, parecia que ia perder o rumo, e o braço tinha que falar mais alto, vi que era muito duka, mas precisava diminuir.
Chegando ao destino, ou melhor, quase chegando ao destino, depois de uma reta de 17km+/-(com subida e descida, mas sem curvas), ja tava tranquilo e a carreata continuava a ultrapassar, deixei o carro a 120, mas sentia algo estranho, o carro dava umas rabiadas de quando em vez, parecia que puxava de lado, e ai dois carros passaram buzinando e apontado pro lado, falei pro meu pai que tava sentindo o volante querendo quiar sozinho, ele perguntou se tinha furado algum pneu(nunca tinha furado pneu dirigindo), parei no acostamento e vi o pneu direito trazeiro, chapado no chão(caracas eu podia ter capotado e matado minha familia, na velocidade que eu tava), troquei o pneu e continuamos.
Na terça feira, minha irmã mais velha, ia embora com as amigas dela, fui leva-las na cidade em que iriam pegar o onibus, na ida, uma pick-up me ultrapassou e um uno, foi no vacuo dela, o foda é que eu tava no caminho, o uno me fechou, freei o carro para ele passar e minha irmã xingou o cara por gerações, logo à frente, vimos os mesmo ultrapassarem numa subida(naquela reta que falei), sem visibilidade alguma, quem viesse em direção contraria... nem quero ficar pensando. Deixei todas no rodoviária e voltei. Estrada de noite, sozinho, escutando um som, vidros abertos, com uma mão no volante, voltei refletinho sobre várias coisas e sobre minha lindinha. Pois é, viajar numa estrada beira mar, com som alto, céu limpo com várias estrelas só para você, ja valeu a viagem.
Na viagem de volta, peguei o carro primeiro, viajei 5 horas dessa vez e com sono, meus olhos(principalmente o direito) piscaram muito, mas tinha uma familia comigo(a minha) e dormir era o que não iria fazer(sempre quando entro no carro, mesmo com sono, eu consigo ficar acordado, talvez o senso de responsa, fala mais alto, quando fui e voltei de sampa, foi a mesma coisa, na volta com sono e sempre dividindo viagem com meu pai, ele é tão fominha de carro para viagem com eu). Foi muito mais tranquila, o que eu tinha feito com 4 horas na ida, fiz com 3 na volta e um pouco antes de parar para almoçar e entregar o carro para pai, o pneu fura novamente, o mesmo pneu, mas outro furo. Lá fui eu trocar o pneu de novo, aquele porta mala lotado, tira tudo e pega o pneu, todo mundo me olhando trocar o pneu, mas meu pai ajudou nas duas trocas, para ir mais rápido, hehe.
Essa foi uma viagem legal, revi muita gente, faltou um irmãozão e outro amigão, mas ta falendo, não sei quando viajarei assim novamente(com esse intuito, quero viajar mais por aqui mesmo, conhecer mais minha linda Minas Gerais).
quinta-feira, fevereiro 23, 2006
Carnaval 1
Vamos dividir esse tema em duas partes.
1º escreverei espectativas, motivações, interesses, etc
2º escreverei quando voltar e publicarei coisas sobre esse e outros carnavais.
Carnaval, data em que a folia, a desmedida(papo de filosofo), a orgia, e outras "cocitas mas" florecem e tomam conta do consciênte e inconsciênte das pessoas.
Eu não sou muito chegado em certos tipos de bagunças não, sou bagunceiro, meio malucão, aloprado as vezes, mas na minha loucura, não como certas turminhas ai(principalmente mauricinhos, que na real, eu ODEIO). Gosto de bagunça com amigos.
Ano passado passei o carnaval em casa, sozinho, minha familia viajou e eu fiquei trabalhando, nesse ano estou de férias e viajarei com eles, para sul da Bahia(Nova Viçosa, Mucuri). Como ja disse algumas vezes, adoro ficar sozinho e ano passado foi bem legal ficar em casa podendo dormir até tarde sem ninguém chamar, assistir o que quizer na tv, ouvir Marilyn Manson ALTO no som, tomar banho com a porta do banheiro aberta escutando audioslave ou lifehouse no som do computa, tomar uma garrafa de vinho sozinho e por ai vai.
Não sou muito da vontade do carnaval, mas nesse ano é diferente, vou rever amigos que não vejo a 2 anos e temos muito que conversar e fazer(mas dona maria (lindinha) não vai comigo).
Vou aproveitar também para viajar com minha familia, hehe, faz um tempo que não faço isso. Ano passado não viajei com eles, em nenhuma viajem que fizeram, esse reveillon passei sem eles, então, tá na hora mesmo de dar um passeio com papai, mamãe e maninhas(tenho duas irmãs).
Tenho a intênção de ler alguns textos e um livro nesse carnaval(tem trabalho da facu e não fiz nada até agora), vamos ver né.
Eu queria mesmo era passar carnaval perto duma cachoeira, bebendo vinho, comendo pão de queijo, acampando, depois ir de noite numa cidadezinha para farrear com uma galera(Ouro Preto por exemplo), mas não tem problema, semana santa ou algum fim de semana qualquer, faço isso e dane-se o resto do mundo(não vou ficar dando papo pra muita gente mais não, acabei não indo no rolling stones nem no u2, se bem que a van que era pros stones acabou dando para traz e não tinha grana pro u2 também, mas mesmo assim, o que tinha de retardados me torrando a paciência, ai tinha).
Vou tentar fazer meu carnaval ser bem tranquilinho, sem briga, discussão, onde eu possa ler numa rede, beber bastante agua de coco, bastante coca-cola, comer pra carai, jogar war com meu irmãozão neto(fui padrinho de casamento), jogar xadrez com alguém(poquer também, ja que vão levar baralho), nadar no mar(depois que o sol se por) e de noite, dar um saidinha com a galera, mas tudo na justa medida(papo de filo de novo).
1º escreverei espectativas, motivações, interesses, etc
2º escreverei quando voltar e publicarei coisas sobre esse e outros carnavais.
Carnaval, data em que a folia, a desmedida(papo de filosofo), a orgia, e outras "cocitas mas" florecem e tomam conta do consciênte e inconsciênte das pessoas.
Eu não sou muito chegado em certos tipos de bagunças não, sou bagunceiro, meio malucão, aloprado as vezes, mas na minha loucura, não como certas turminhas ai(principalmente mauricinhos, que na real, eu ODEIO). Gosto de bagunça com amigos.
Ano passado passei o carnaval em casa, sozinho, minha familia viajou e eu fiquei trabalhando, nesse ano estou de férias e viajarei com eles, para sul da Bahia(Nova Viçosa, Mucuri). Como ja disse algumas vezes, adoro ficar sozinho e ano passado foi bem legal ficar em casa podendo dormir até tarde sem ninguém chamar, assistir o que quizer na tv, ouvir Marilyn Manson ALTO no som, tomar banho com a porta do banheiro aberta escutando audioslave ou lifehouse no som do computa, tomar uma garrafa de vinho sozinho e por ai vai.
Não sou muito da vontade do carnaval, mas nesse ano é diferente, vou rever amigos que não vejo a 2 anos e temos muito que conversar e fazer(mas dona maria (lindinha) não vai comigo).
Vou aproveitar também para viajar com minha familia, hehe, faz um tempo que não faço isso. Ano passado não viajei com eles, em nenhuma viajem que fizeram, esse reveillon passei sem eles, então, tá na hora mesmo de dar um passeio com papai, mamãe e maninhas(tenho duas irmãs).
Tenho a intênção de ler alguns textos e um livro nesse carnaval(tem trabalho da facu e não fiz nada até agora), vamos ver né.
Eu queria mesmo era passar carnaval perto duma cachoeira, bebendo vinho, comendo pão de queijo, acampando, depois ir de noite numa cidadezinha para farrear com uma galera(Ouro Preto por exemplo), mas não tem problema, semana santa ou algum fim de semana qualquer, faço isso e dane-se o resto do mundo(não vou ficar dando papo pra muita gente mais não, acabei não indo no rolling stones nem no u2, se bem que a van que era pros stones acabou dando para traz e não tinha grana pro u2 também, mas mesmo assim, o que tinha de retardados me torrando a paciência, ai tinha).
Vou tentar fazer meu carnaval ser bem tranquilinho, sem briga, discussão, onde eu possa ler numa rede, beber bastante agua de coco, bastante coca-cola, comer pra carai, jogar war com meu irmãozão neto(fui padrinho de casamento), jogar xadrez com alguém(poquer também, ja que vão levar baralho), nadar no mar(depois que o sol se por) e de noite, dar um saidinha com a galera, mas tudo na justa medida(papo de filo de novo).
domingo, fevereiro 12, 2006
Lugares
Gosto muito de me imaginar viajando por esse nosso planetinha azul(esse pequeno ponto azul no universo, e que ja deve ter passado despercebido várias vezes para estraterrestres verdes, e quem sabe roxo, laranja e lilás,). Vários lugares quero conhecer, Japão, Nova Zelândia, Jerusalém, Itália(Assis), Nepal, Escócia, Rússia, Alemanha, China, Tailândia, Grecia, Egito, Antartida e claro, nosso imenso Brasil(como o planeta pode ser pequeno e o Brasil pode ser grande???Aqui entra a relatividade...).
Japão é um lugar "aparentemente"(já que não conheço) lindo e é a terra dos Samurais, Nova Zelândia é "aparentemente" maravilhosa, Jerusalém é a Terra Santa(não é?), Itália(Assis) é onde viveu nosso grande Francisco de Assis, Nepal é onde nasceu o budismo, Escócia é a terra do Highlander(doido né?) e do Coração Valente(Willian Wallace), Rússia é onde Lenin viveu, Alemanha é "aparentemente" linda também e é onde Nietzsche viveu, China é grande pra caralho e tem um cultura fascinante além do Kung Fu, Tailândia é a terra do Muay Thai, Grecia é o berço da Filosofia, Egito é onde estão as Pirâmides, um deserto magestoso e onde o Corsel Negro está, Antátida é esplendorosamente branca e azul, espaçosa, solitária, fria(não que eu seja solitário e frio, mas gosto de espaço, as vezes de ficar sozinho e amo frio, lógico que lá deve ser MUITO solitário e MMUUUIIITTTOOO frio). E claro, quero conhecer algum pais africano também.
O Brasil é meu país e tem de tudo aqui, tenho o direito e o dever de conheçe-lo.
O mundinho interessante esse nosso, ai ai, muito a conhecer em tão pouco tempo(o tempo passa e a gente esquece disso).
Japão é um lugar "aparentemente"(já que não conheço) lindo e é a terra dos Samurais, Nova Zelândia é "aparentemente" maravilhosa, Jerusalém é a Terra Santa(não é?), Itália(Assis) é onde viveu nosso grande Francisco de Assis, Nepal é onde nasceu o budismo, Escócia é a terra do Highlander(doido né?) e do Coração Valente(Willian Wallace), Rússia é onde Lenin viveu, Alemanha é "aparentemente" linda também e é onde Nietzsche viveu, China é grande pra caralho e tem um cultura fascinante além do Kung Fu, Tailândia é a terra do Muay Thai, Grecia é o berço da Filosofia, Egito é onde estão as Pirâmides, um deserto magestoso e onde o Corsel Negro está, Antátida é esplendorosamente branca e azul, espaçosa, solitária, fria(não que eu seja solitário e frio, mas gosto de espaço, as vezes de ficar sozinho e amo frio, lógico que lá deve ser MUITO solitário e MMUUUIIITTTOOO frio). E claro, quero conhecer algum pais africano também.
O Brasil é meu país e tem de tudo aqui, tenho o direito e o dever de conheçe-lo.
O mundinho interessante esse nosso, ai ai, muito a conhecer em tão pouco tempo(o tempo passa e a gente esquece disso).
sábado, fevereiro 11, 2006
Realidade
Nosso pequenino mundo(pequenino mesmo, ja que o mundo se mostra ser um lugar aonde todos estão mais proximos e o universo é maior do que nossos avós pensavam).
Um século é relativamento parecido com 1 segundo se comparado a escala astronômica. Eu sou "um pequeno grão de areia" se relacionado com a imensidão do universo. O interessante é que esse século/segundo e grão/imenso são tão importantes para o andamento peculiar do mundo, que muitos não percebem isso.
Nossa realidade não é tão diferente da realidade de um sujeito no deserto australiano, a ponto deu achar que ele não existe, e também não é tão igual, a ponto deu achar que minhas ações devem ser parecidas com a dele.
Estão entendendo????????????????????????????????????????????????????????????????????
Tudo é relativo e tudo são realidades(Einstein percebeu muito bem isso, pelo menos na relatividade).
- P.S.: Para os que não sabem, relatividade é simplesmente:
Segundos com uma panela quente nas mãos, parecem horas, e horas ao lado de quem ama, parecem segundos(é lógico que não vou ensinar isso aqui).
Venho observando(isso é algo que faço muito) desde quando andava com meleca escorrendo no nariz e com a barriga inchada de vermes(se bem que o lance da barriga não aconteceu comigo não...hum...então vamos trocar os vermes pelos piolhos), que o que eu faço depende da minha realidade e o que os outros fazem, dependem da realidade deles. O que é certo para mim, não é certo para os outros(quase nunca).
Eu gosto de imaginar que todos saibam disso, mas o foda, é que a maioria esmagadora não sabe, e os que sabem, as vezes esquecem e o mundo está do jeito que tá.
Meus avós, viviam num mundo onde tudo era mais dificil, mas sempre havia comida e causos engraçados e felicidade estampada no rosto do povo. Hoje, tudo é mais fácil, mas muitos morrem sem ter o que comer(enquanto outros morrem obesos e a obesidade tem matado mais que a falta de comida na Somália. Foda né?) e a felicidade é quase artigo de luxo(artigo porque muitos acham que podem compra-la), mas graças a Deus(ja que sou cristão) e outras formas de crença, tem sempre alguém para estampar no rosto, um sorriso sincero, e capaz de te "dizer", SIGA EM FRENTE.
Um século é relativamento parecido com 1 segundo se comparado a escala astronômica. Eu sou "um pequeno grão de areia" se relacionado com a imensidão do universo. O interessante é que esse século/segundo e grão/imenso são tão importantes para o andamento peculiar do mundo, que muitos não percebem isso.
Nossa realidade não é tão diferente da realidade de um sujeito no deserto australiano, a ponto deu achar que ele não existe, e também não é tão igual, a ponto deu achar que minhas ações devem ser parecidas com a dele.
Estão entendendo????????????????????????????????????????????????????????????????????
Tudo é relativo e tudo são realidades(Einstein percebeu muito bem isso, pelo menos na relatividade).
- P.S.: Para os que não sabem, relatividade é simplesmente:
Segundos com uma panela quente nas mãos, parecem horas, e horas ao lado de quem ama, parecem segundos(é lógico que não vou ensinar isso aqui).
Venho observando(isso é algo que faço muito) desde quando andava com meleca escorrendo no nariz e com a barriga inchada de vermes(se bem que o lance da barriga não aconteceu comigo não...hum...então vamos trocar os vermes pelos piolhos), que o que eu faço depende da minha realidade e o que os outros fazem, dependem da realidade deles. O que é certo para mim, não é certo para os outros(quase nunca).
Eu gosto de imaginar que todos saibam disso, mas o foda, é que a maioria esmagadora não sabe, e os que sabem, as vezes esquecem e o mundo está do jeito que tá.
Meus avós, viviam num mundo onde tudo era mais dificil, mas sempre havia comida e causos engraçados e felicidade estampada no rosto do povo. Hoje, tudo é mais fácil, mas muitos morrem sem ter o que comer(enquanto outros morrem obesos e a obesidade tem matado mais que a falta de comida na Somália. Foda né?) e a felicidade é quase artigo de luxo(artigo porque muitos acham que podem compra-la), mas graças a Deus(ja que sou cristão) e outras formas de crença, tem sempre alguém para estampar no rosto, um sorriso sincero, e capaz de te "dizer", SIGA EM FRENTE.
quinta-feira, janeiro 26, 2006
História I
Minha vida foi cheia de atos interessantes, com algumas histórias para contar, com quebras de regrinhas(regronas ainda não tive a moral de quebrar, ainda), com falta de coragem para tomar certas atitudes ou fazer algo que poderia construir um rumo de vida diferente do de hoje e também a coragem por ter tomado um rumo pelo qual trilho hoje(tive muita escolha de caminho a ser tomado, normal, e tive coragem para alguns e medo para outros, normal também).
Acredito que quando mais jovem, mais moleke, tinha mais coragem e ousadia do que hoje, não sei se hoje tenho mais consciência do que me machuca ou simplesmente era mais corajoso mesmo, então pela grande navalha de Occam, vamos pelo mais simples, eu era mais corajoso mesmo.
Muita coisa que fiz, não me arrependo, muito pouca coisa me faz sentir arrependido, mas elas me afetam um bocado até hoje(mesmo sendo minoria).
Ontem assisti a um filme que gosto muito, Instinto, e tem uns lances muito bacanas nele. "NÃO HÁ DOMINIO, NADA É DE ALGUÉM, NINGUÉM É DONO DO MUNDO"(essa não é a frase, mas a idéia é o lance mesmo de que ninguém é dono de ninguém e o ator aprende isso com os gorilas, o mundo é de todos e para todos, e seria legal se todos respeitassem isso).
Não posso me sentir dono de alguém, ou de alguma coisa, posso sim me sentir responsável por todos a minha volta, mas não senhor de alguém.
Estou aprendendo muito sobre isso nesses últimos meses, e o que me importa, é saber que no futuro, meus atos, refletirão e ecoaram indefinitamente.
Vou continuar não me arrependendo de muita coisa e também me arrependendo de outras, mas o lance é esse, aprender e evoluir.
Acredito que quando mais jovem, mais moleke, tinha mais coragem e ousadia do que hoje, não sei se hoje tenho mais consciência do que me machuca ou simplesmente era mais corajoso mesmo, então pela grande navalha de Occam, vamos pelo mais simples, eu era mais corajoso mesmo.
Muita coisa que fiz, não me arrependo, muito pouca coisa me faz sentir arrependido, mas elas me afetam um bocado até hoje(mesmo sendo minoria).
Ontem assisti a um filme que gosto muito, Instinto, e tem uns lances muito bacanas nele. "NÃO HÁ DOMINIO, NADA É DE ALGUÉM, NINGUÉM É DONO DO MUNDO"(essa não é a frase, mas a idéia é o lance mesmo de que ninguém é dono de ninguém e o ator aprende isso com os gorilas, o mundo é de todos e para todos, e seria legal se todos respeitassem isso).
Não posso me sentir dono de alguém, ou de alguma coisa, posso sim me sentir responsável por todos a minha volta, mas não senhor de alguém.
Estou aprendendo muito sobre isso nesses últimos meses, e o que me importa, é saber que no futuro, meus atos, refletirão e ecoaram indefinitamente.
Vou continuar não me arrependendo de muita coisa e também me arrependendo de outras, mas o lance é esse, aprender e evoluir.
domingo, janeiro 22, 2006
PassadoPresenteFuturo
A gente anda na rua e percebe como passado presentefuturo estão tão ligados, bom, na verdade, presente e futuro sim, o passado muitas vezes é deixado para trás (um tanto quanto pleonástico isso né?), esquecido ou deixado de lado (bem de lado).
Nossos costumes tem sempre uma função especifica, indicar uma variante para o futuro. O presente sempre anda de braços com o futuro (nossas ações são sempre para um fim futuro) e como disse, o passado é esquecido. Lógico que algmas vezes, o passado é respeitado e o futuro nem é tão importante assim, já que o que importa mesmo é o presente, o aqui agora (concordo plenamente, mas lógico que acredito no respeito pelo passado e uma crença no futuro, que sempre tem que ser observada).
O passado passa por nossas ruas (é, nossas ruas, agora o mundo é nosso, nos foi dado e temos que conserva-las e melhora-las para o futuro) e muitas vezes isso nos irrita, ja o futuro, que coisinha linda, estamos sempre idealizando coisas para ele e estamos sempre exibindo para todo mundo, esquecendo que esse futuro, quando virar presente, nós seremos o passado (hehe).
Nossos velhos(passado) tem que ser respeitados, nós(presente) temos que os valorizar e nossas crianças(futuro) tem que ser cuidadas.
Por enquanto é só, depois voltamos a esse assunto.
Continuando.
Pois bem, o respeito aos nossos velhos é um objetivo que deve ser buscado por aqueles que respeitam a si mesmo (aqueles que não se respeitam, não respeitam a ninguém). Digo isso pois como ja foi falado, nossas ações, costumes, refletem no futuro, então, temos que agir de certa forma, que tudo que fazemos, se encaixa num momento, num lugar, etc. Ações boas refletem ações boas (um chavão muito dito, "faça com os outros, o que quer que façam com você").
O futuro depende da gente, não existirá de forma boa se não ajudarmos, mas não podemos esquecer de nosso passado, ja que foi ele que nos deu o mundo que temos, BOM ou MAL.
Nossos costumes tem sempre uma função especifica, indicar uma variante para o futuro. O presente sempre anda de braços com o futuro (nossas ações são sempre para um fim futuro) e como disse, o passado é esquecido. Lógico que algmas vezes, o passado é respeitado e o futuro nem é tão importante assim, já que o que importa mesmo é o presente, o aqui agora (concordo plenamente, mas lógico que acredito no respeito pelo passado e uma crença no futuro, que sempre tem que ser observada).
O passado passa por nossas ruas (é, nossas ruas, agora o mundo é nosso, nos foi dado e temos que conserva-las e melhora-las para o futuro) e muitas vezes isso nos irrita, ja o futuro, que coisinha linda, estamos sempre idealizando coisas para ele e estamos sempre exibindo para todo mundo, esquecendo que esse futuro, quando virar presente, nós seremos o passado (hehe).
Nossos velhos(passado) tem que ser respeitados, nós(presente) temos que os valorizar e nossas crianças(futuro) tem que ser cuidadas.
Por enquanto é só, depois voltamos a esse assunto.
Continuando.
Pois bem, o respeito aos nossos velhos é um objetivo que deve ser buscado por aqueles que respeitam a si mesmo (aqueles que não se respeitam, não respeitam a ninguém). Digo isso pois como ja foi falado, nossas ações, costumes, refletem no futuro, então, temos que agir de certa forma, que tudo que fazemos, se encaixa num momento, num lugar, etc. Ações boas refletem ações boas (um chavão muito dito, "faça com os outros, o que quer que façam com você").
O futuro depende da gente, não existirá de forma boa se não ajudarmos, mas não podemos esquecer de nosso passado, ja que foi ele que nos deu o mundo que temos, BOM ou MAL.
domingo, janeiro 15, 2006
As coisas são sempre assim
Nada muda, tudo segue um caminho, de certa forma, ja direcionado ou arquitetado desde o começo do mundo.
O ser humano não muda e nem faz força para isso. Nada que queremos, que valha a pena, é facil e chorar, sangrar, suar, faz parte do processo para "melhorar" de vida, para conseguir algo que tanto queremos.
É surpreendente, pelo menos para mim, o quanto o outro é desprezado, injustiçado, é "pior do que eu", é sempre deixado em segundo plano. É foda sempre perceber que "EU" sou mais importante, sempre...
Fico chateado de muitas vezes querer fazer algo e quando acho que está dando certo, vem um individuo e atrapalha, muitas vezes sem perceber e algumas por querer mesmo.
Mas a vida é assim e acredito que será até eu ir embora desse lugar. Não quero continuar acreditando nisso, quero acreditar que o mundo que continuará quando eu for embora, seja melhor, melhor para meus filhos e netos e para os filhos e netos dos meus contemporâneos.
Eu quero acordar amanhã e continuar buscando melhorar, continuar tentando ajudar os que precisam e continuar tentando melhorar, sempre, já que sempre há algo para melhorar.
Como disse no texto anterior, descobri uma fraqueza abominável em mim, que me assustou muito, mas sei que tenho que melhor nisso e isso é um começo.
A melhora começa assim, quando o defeito é descoberto e aceitamos que devemos melhorar. SEMPRE.
O ser humano não muda e nem faz força para isso. Nada que queremos, que valha a pena, é facil e chorar, sangrar, suar, faz parte do processo para "melhorar" de vida, para conseguir algo que tanto queremos.
É surpreendente, pelo menos para mim, o quanto o outro é desprezado, injustiçado, é "pior do que eu", é sempre deixado em segundo plano. É foda sempre perceber que "EU" sou mais importante, sempre...
Fico chateado de muitas vezes querer fazer algo e quando acho que está dando certo, vem um individuo e atrapalha, muitas vezes sem perceber e algumas por querer mesmo.
Mas a vida é assim e acredito que será até eu ir embora desse lugar. Não quero continuar acreditando nisso, quero acreditar que o mundo que continuará quando eu for embora, seja melhor, melhor para meus filhos e netos e para os filhos e netos dos meus contemporâneos.
Eu quero acordar amanhã e continuar buscando melhorar, continuar tentando ajudar os que precisam e continuar tentando melhorar, sempre, já que sempre há algo para melhorar.
Como disse no texto anterior, descobri uma fraqueza abominável em mim, que me assustou muito, mas sei que tenho que melhor nisso e isso é um começo.
A melhora começa assim, quando o defeito é descoberto e aceitamos que devemos melhorar. SEMPRE.
quarta-feira, janeiro 11, 2006
2005
Depois de um infindável e tenebroso inverno, estou aqui, resurgindo das cinzas para reassumir aquilo que me é de direito.
2005 foi um ano que não me agradou muito, tive meus momentos felizes, é claro, mas pelo conjunto da obra, estou insatisfeito. Insatisfeito comigo mesmo, pela fraqueza que explodiu de forma assustadora em mim, fiquei assustado comigo e desse dia em diante, tudo ficou mais foda do que sempre foi.
+ de 6 meses passaram desde minha última postagem. Muita coisa poderia escrever aqui, mesmo se tivesse vida monótona (6 meses é muito tempo, para muita coisa, mesmo que passe rápido). Poderia escrever um texto enorme ou vários textos, mas não farei isso não. Escreverei algo rápido e direto.
Esse ano que ja foi embora e que significa menos um na minha vida (ja que não penso mais como criança, antes era mais um ano de vida mas ja tem um tempo que percebo que os anos não vem, eles na verdade vão... e não voltam) passou e trouxe algo para superfice, algo que eu temia e que agora preciso conter, saber controlar. Minha raiva aflorou, junto com outros sentimentos, mas ainda não fiz o que queria quando essa raiva aflora e até agradeço a Deus por isso.
2005 foi o ano em que pude ter a certeza de que sou verdadeiramente fragil, como qualquer pessoa e susceptivel como qualquer um.
Felizmente tenho consciência disso e acredito que posso melhorar, e não mais perder o controle em certas ocasiões, pelo menos tentar não perder.
Reconheço minha fraqueza e por mais que não goste, aceito que sou humano e que preciso concertar aquilo que quebrou nesse ano que passou.
2005 foi um ano que não me agradou muito, tive meus momentos felizes, é claro, mas pelo conjunto da obra, estou insatisfeito. Insatisfeito comigo mesmo, pela fraqueza que explodiu de forma assustadora em mim, fiquei assustado comigo e desse dia em diante, tudo ficou mais foda do que sempre foi.
+ de 6 meses passaram desde minha última postagem. Muita coisa poderia escrever aqui, mesmo se tivesse vida monótona (6 meses é muito tempo, para muita coisa, mesmo que passe rápido). Poderia escrever um texto enorme ou vários textos, mas não farei isso não. Escreverei algo rápido e direto.
Esse ano que ja foi embora e que significa menos um na minha vida (ja que não penso mais como criança, antes era mais um ano de vida mas ja tem um tempo que percebo que os anos não vem, eles na verdade vão... e não voltam) passou e trouxe algo para superfice, algo que eu temia e que agora preciso conter, saber controlar. Minha raiva aflorou, junto com outros sentimentos, mas ainda não fiz o que queria quando essa raiva aflora e até agradeço a Deus por isso.
2005 foi o ano em que pude ter a certeza de que sou verdadeiramente fragil, como qualquer pessoa e susceptivel como qualquer um.
Felizmente tenho consciência disso e acredito que posso melhorar, e não mais perder o controle em certas ocasiões, pelo menos tentar não perder.
Reconheço minha fraqueza e por mais que não goste, aceito que sou humano e que preciso concertar aquilo que quebrou nesse ano que passou.
domingo, agosto 07, 2005
Melancolia
As férias acabaram, as aulas recomeçaram ou talvez começaram, já que é outro semestre, outro período, um avanço (mesmo que eu não me sinta assim).
Peço desculpas para os que eventualmente visitam essa página, à tempos não escrevo nada e não atualizo meu blog.
Tenho andado meio depressivo esta semana. O sentimento de inutilidade tomou conta de mim, estou um tanto quanto pra baixo mesmo e acredito que ainda posso ficar um pouco pior, mas sei que volto melhor e mais preparado para a vida depois disso.
Minha vida não é diferente da de ninguém, sei que todos tem momentos bons e ruins, e talvez eu esteja até fazem tempestade num copo d'agua, mas na verdade só sei que o bicho pega e ai fico parecendo sem vida.
Estou pensando em alguma coisa para escrever, estou tendo algumas idéias e logo logo irei publicar algo aqui.
Estou voltando...
Peço desculpas para os que eventualmente visitam essa página, à tempos não escrevo nada e não atualizo meu blog.
Tenho andado meio depressivo esta semana. O sentimento de inutilidade tomou conta de mim, estou um tanto quanto pra baixo mesmo e acredito que ainda posso ficar um pouco pior, mas sei que volto melhor e mais preparado para a vida depois disso.
Minha vida não é diferente da de ninguém, sei que todos tem momentos bons e ruins, e talvez eu esteja até fazem tempestade num copo d'agua, mas na verdade só sei que o bicho pega e ai fico parecendo sem vida.
Estou pensando em alguma coisa para escrever, estou tendo algumas idéias e logo logo irei publicar algo aqui.
Estou voltando...
quarta-feira, junho 22, 2005
Samurai

CREDO DO SAMURAI
Eu não tenho pais, faço do céu e da terra meus pais.
Eu não tenho casa, faço do mundo minha casa.
Eu não tenho poder divino, faço da honestidade meu poder divino.
Eu não tenho pretensões, faço da minha disciplina minha pretensão.
Eu não tenho poderes mágicos, faço da personalidade meus poderes mágicos.
Eu não tenho vida ou morte, faço das duas uma, tenho vida e morte.
Eu não tenho visão, faço da luz do trovão a minha visão.
Eu não tenho audição, faço da sensibilidade meus ouvidos.
Eu não tenho língua, faço da prontidão minha língua.
Eu não tenho leis, faço da auto-defesa minha lei.
Eu não tenho estratégia, faço do direito de matar e do direito de salvar vidas minha estratégia.
Eu não tenho projetos, faço do apego às oportunidades meus projetos.
Eu não tenho princípios, faço da adaptação a todas as circunstâncias meu princípio.
Eu não tenho táticas, faço da escassez e da abundância minha tática.
Eu não tenho talentos, faço da minha imaginação meus talentos.
Eu não tenho amigos, faço da minha mente minha única amiga.
Eu não tenho inimigos, faço do descuido meu inimigo.
Eu não tenho armadura, faço da benevolência minha armadura.
Eu não tenho castelo, faço do caráter meu castelo.
Eu não tenho espada, faço da perseverança minha espada.
O samurai é um ideal de vida. Sua conduta é admirável. Seu modo de existência é invejável.
Para os que gostam, ai está seu código, para os que não gostam, desculpem-me, mas continuem com suas vidas +/-, apesar de que conheço pessoas que não gostam e vivem bem, então, como ja disse antes, vivam e vivam bem.
sábado, junho 11, 2005
Sentir Vivo
Senhoras e senhores.
Esse é um texto ja escrito à um tempo, que agora reescrevo aqui.
Estou aqui para comentar um lance que ocorreu comigo no dia 03/05.
Quando ia para Facu, fui de ônibus, cheguei tarde em casa e se fosse a pé, chegaria um tanto quanto atrazado e estava cansado também (fui no 21, um ônibus suplementar, menor que o comum, que faz a linha BH shopping - PUC, (shopping que, eu particularmente, prefiro, de todos em BH)). O ônibus estava com rádio ligado e estava passando uma música do Green Day, Boulevard of broken dreams (Green Day não é exatamente uma banda que curto muito, tem músicas que gosto, como essa por exemplo, que me agrada, apesar de não saber a tradução). Musicas que gosto muito, tem o poder de fazer com que eu faça certas coisas, que pense certas coisas, queira certas coisas, etc. Fiquei pensativo com a Boulevard, até melâncólico, mesmo não sabendo, como já disse, sua tradução, e agora que o silêncio está entrando verdadeiramente em ação (vide texto - Silêncio), pensei um bocado sobre minhas ações, coisa que não tenho feito há um bom tempo (estou trabalhando de domingo à domingo (graças à Deus, tô amando) e não tô tendo tempo para nada, nem para estudar direito e só estou descansando na real, quando vou dormir). Agora que o silêncio está aparecendo, mesmo que de forma singela e tímida, ainda, vou administrar melhor meu tempo (tenho notado que não é tanto difícil, o problema era que eu não estava acostumado). Minha vida tem passado por muita coisa interessante, ruins e boas, e isto é muito ótimo, estou vivendo, me sinto vivo.
Hoje, dia 11/06, não mais estou no sufoco de domingo à domingo, meu trampo durante a semana, acabou, mas estou à procura de outro, não posso me dar o luxo de não trabalhar, mesmo que isso me desgaste. Mas nesse tempo de procura, vou saber o que fazer com o tempo que tenho, coisa que, refletindo agora, não sabia direito. Disperdicei muita coisa.
Esse é um texto ja escrito à um tempo, que agora reescrevo aqui.
Estou aqui para comentar um lance que ocorreu comigo no dia 03/05.
Quando ia para Facu, fui de ônibus, cheguei tarde em casa e se fosse a pé, chegaria um tanto quanto atrazado e estava cansado também (fui no 21, um ônibus suplementar, menor que o comum, que faz a linha BH shopping - PUC, (shopping que, eu particularmente, prefiro, de todos em BH)). O ônibus estava com rádio ligado e estava passando uma música do Green Day, Boulevard of broken dreams (Green Day não é exatamente uma banda que curto muito, tem músicas que gosto, como essa por exemplo, que me agrada, apesar de não saber a tradução). Musicas que gosto muito, tem o poder de fazer com que eu faça certas coisas, que pense certas coisas, queira certas coisas, etc. Fiquei pensativo com a Boulevard, até melâncólico, mesmo não sabendo, como já disse, sua tradução, e agora que o silêncio está entrando verdadeiramente em ação (vide texto - Silêncio), pensei um bocado sobre minhas ações, coisa que não tenho feito há um bom tempo (estou trabalhando de domingo à domingo (graças à Deus, tô amando) e não tô tendo tempo para nada, nem para estudar direito e só estou descansando na real, quando vou dormir). Agora que o silêncio está aparecendo, mesmo que de forma singela e tímida, ainda, vou administrar melhor meu tempo (tenho notado que não é tanto difícil, o problema era que eu não estava acostumado). Minha vida tem passado por muita coisa interessante, ruins e boas, e isto é muito ótimo, estou vivendo, me sinto vivo.
Hoje, dia 11/06, não mais estou no sufoco de domingo à domingo, meu trampo durante a semana, acabou, mas estou à procura de outro, não posso me dar o luxo de não trabalhar, mesmo que isso me desgaste. Mas nesse tempo de procura, vou saber o que fazer com o tempo que tenho, coisa que, refletindo agora, não sabia direito. Disperdicei muita coisa.
domingo, maio 29, 2005
Nada específico
Eu fico me perguntando se valhe a pena morrer por um ideal ou se é melhor ficar vivendo esperando uma oportunidade para se conseguir o que quer. Se dedicar à um propósito demanda tempo, desgaste e total empenho, pois não adianta nada começar e não terminar, isso é com tudo, até com aquela revista banal que você encontra num consultório médico ou odontológico, se começar, termine.
Tenho dois textos que ainda não trancrevi aqui (na realidade, só tem um escrito, o outro está na cabeça e ainda não terminei), mas não tem nada a ver com isso, quer dizer, só um pouquinho.
O que nos faz correr atrás de algo? O que nos motiva? Tudo isso faz parte de um amontoado de "causas e conseguências" (qualquer semelhança não é mera coinscidência), aliás, tudo no mundo depende disso, tudo que fazemos, fazemos por alguma razão.
Esperar, quase sempre, não é a melhor opção (ter paciência e saber quando agir sim, ficar esperando feito um imbecil, patético e medroso, não).
Minha vida está mudando, sou um bocado preguiçoso mas tá mudando, e o melhor de tudo é que ninguém sabe.
Tenho dois textos que ainda não trancrevi aqui (na realidade, só tem um escrito, o outro está na cabeça e ainda não terminei), mas não tem nada a ver com isso, quer dizer, só um pouquinho.
O que nos faz correr atrás de algo? O que nos motiva? Tudo isso faz parte de um amontoado de "causas e conseguências" (qualquer semelhança não é mera coinscidência), aliás, tudo no mundo depende disso, tudo que fazemos, fazemos por alguma razão.
Esperar, quase sempre, não é a melhor opção (ter paciência e saber quando agir sim, ficar esperando feito um imbecil, patético e medroso, não).
Minha vida está mudando, sou um bocado preguiçoso mas tá mudando, e o melhor de tudo é que ninguém sabe.
sábado, maio 07, 2005
AAAAAAAAAAAAAAAAAA
ESTOU PUTO.
CARA&*&
POR&%$%
DESGR#$&*
CASE¨&*%
VAI TOMAR NO ****
BUCE#$%!
ESTOU MUITO PUTO
%$$%#$$¨&%#&¨*!!???"
COM MUITA RAIVA
&&*¨&%%$#$#&¨*((*¨¨%$#
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
CARA&*&
POR&%$%
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COM MUITA RAIVA
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AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
sábado, abril 16, 2005
Mundo
Diário do Capitão - Data Estelar - 20051604
Aqui estou novamente, pensativo e de certa forma, melancôlico.
Desta vez vou escrever sobre algo que estou a analizar há um bom tempo. Quantos mundos existem nesse mundo em que vivemos?
Não estou falando de Matrix ou 13° andar (diga-se de passagem, ótimos filmes), isso não tem nada a ver com eles. Não estou falando de uma ficção existêncial ou mesmo, tendo uma crise existêncial (o que é comum a muito estudante de filosofia). Estou falando de realidades que compõe esse mundo em que vivemos. Estou falando de várias variáveis (que é o nome de música de uma banda de rock dos anos 80. Sinto uma nostalgia tremenda ao lembrar dessa década, um saudosismo pulsante, percorre cada veia e artéria de meu corpo no momento em que penso como era feliz e não sabia. Aquele era um mundo em que seria interessante reviver, e se fosse com a cabeça que tenho hoje, muita coisa seria diferente, mas como disse, isso não é uma crise existêncial, então sigamos em frente), que fazem esse mundo ser de maneiras diversas para todo tipo de gente.
Numa aula da semana passada, começamos a falar sobre Leibniz (filósofo moderno, matemático também) que escreveu sobre muita coisa, mas o interessante agora, é que ele, num desse escritos, disse que esse mundo era o melhor entre os mundos possíveis. Para Leibniz, Deus criou esse mundo com tudo de bom, muitos perguntaram por que existem coisas más e ele disse que essa maldade é a menor possível. Interessante esse ponto de vista, mas contraditório. Sendo Deus perfeito, que criou um mundo perfeito, por que cria um ser imperfeito (nós) capaz de fazer maldades? Que Deus sacana é esse(Isso não é um desabafo ou reclamação de um ateu obsecado em falar mal de Alguém que (para ele) não existe, aliás, acredito em Deus, sou cristão, fransciscano e minha crença é muito bem resolvida, não tenho problemas quanto a isso)?
Existem muitos mundos. Aquele no qual eu vivo e no qual você (que está lendo) vive. Um camarada que tem pai, mãe, irmãs, irmãos, que tem uma vida cheia de altos e baixos, mas que tem uma familia e amigos, vive num mundo diferente daquele camarada que se ferra deste pequeno, que aprende a não acreditar em todos que passam por sua vida, esse aprende que a lei do mundo, da selva, é a lei do mais forte e mais esperto, cada um por si e Deus por todos (as vezes nem Deus). Aquele que vive com a familia, aprende essa lei também, mas sabe que existe no mundo, pessoas em que pode confiar. O mais interessante, é que esses dois mundos, existem de verdade, há muita gente safada por ai, mas há gente integra também e todos tem o direito de acreditar que seu mundo é o verdadeiro. Aquele que vive entre as cobras, acha que o que vive entre pessoas "confiáveis", é um inocente bobo e fraco e o outro, acha que esse é um pessimista que só sabe reclamar. É pertinente ressaltar mais uma coisa. O mundo interfere sim na conduta do indivíduo, mas isso não ocorre em 100% dos casos, já conheci "neguim" que se ferra e é muito gente boa e otimista, enquanto aquele que recebe carinho e atênção, é um grande filho da P...
Mundos e mundos, qual você vive? Existem muitos outros, mas o importante é todos viverem da melhor maneira possível em seu mundo.
Carpe diem para todos e memento mori também.
Aqui estou novamente, pensativo e de certa forma, melancôlico.
Desta vez vou escrever sobre algo que estou a analizar há um bom tempo. Quantos mundos existem nesse mundo em que vivemos?
Não estou falando de Matrix ou 13° andar (diga-se de passagem, ótimos filmes), isso não tem nada a ver com eles. Não estou falando de uma ficção existêncial ou mesmo, tendo uma crise existêncial (o que é comum a muito estudante de filosofia). Estou falando de realidades que compõe esse mundo em que vivemos. Estou falando de várias variáveis (que é o nome de música de uma banda de rock dos anos 80. Sinto uma nostalgia tremenda ao lembrar dessa década, um saudosismo pulsante, percorre cada veia e artéria de meu corpo no momento em que penso como era feliz e não sabia. Aquele era um mundo em que seria interessante reviver, e se fosse com a cabeça que tenho hoje, muita coisa seria diferente, mas como disse, isso não é uma crise existêncial, então sigamos em frente), que fazem esse mundo ser de maneiras diversas para todo tipo de gente.
Numa aula da semana passada, começamos a falar sobre Leibniz (filósofo moderno, matemático também) que escreveu sobre muita coisa, mas o interessante agora, é que ele, num desse escritos, disse que esse mundo era o melhor entre os mundos possíveis. Para Leibniz, Deus criou esse mundo com tudo de bom, muitos perguntaram por que existem coisas más e ele disse que essa maldade é a menor possível. Interessante esse ponto de vista, mas contraditório. Sendo Deus perfeito, que criou um mundo perfeito, por que cria um ser imperfeito (nós) capaz de fazer maldades? Que Deus sacana é esse(Isso não é um desabafo ou reclamação de um ateu obsecado em falar mal de Alguém que (para ele) não existe, aliás, acredito em Deus, sou cristão, fransciscano e minha crença é muito bem resolvida, não tenho problemas quanto a isso)?
Existem muitos mundos. Aquele no qual eu vivo e no qual você (que está lendo) vive. Um camarada que tem pai, mãe, irmãs, irmãos, que tem uma vida cheia de altos e baixos, mas que tem uma familia e amigos, vive num mundo diferente daquele camarada que se ferra deste pequeno, que aprende a não acreditar em todos que passam por sua vida, esse aprende que a lei do mundo, da selva, é a lei do mais forte e mais esperto, cada um por si e Deus por todos (as vezes nem Deus). Aquele que vive com a familia, aprende essa lei também, mas sabe que existe no mundo, pessoas em que pode confiar. O mais interessante, é que esses dois mundos, existem de verdade, há muita gente safada por ai, mas há gente integra também e todos tem o direito de acreditar que seu mundo é o verdadeiro. Aquele que vive entre as cobras, acha que o que vive entre pessoas "confiáveis", é um inocente bobo e fraco e o outro, acha que esse é um pessimista que só sabe reclamar. É pertinente ressaltar mais uma coisa. O mundo interfere sim na conduta do indivíduo, mas isso não ocorre em 100% dos casos, já conheci "neguim" que se ferra e é muito gente boa e otimista, enquanto aquele que recebe carinho e atênção, é um grande filho da P...
Mundos e mundos, qual você vive? Existem muitos outros, mas o importante é todos viverem da melhor maneira possível em seu mundo.
Carpe diem para todos e memento mori também.
domingo, abril 10, 2005
Situções
Pois é, situções são o que há na nossa vida.
Passamos por diversas situações: Alegres, tristes, engraçadas, desesperadoras, desconcertantes, humilhantes, exitantes, revigorantes, outras tantas "antes", aliás, com disse, diversas.
Estou passando por momentos e situações que requerem mais de minha atênção e consideração, ja que são momentos e situações que refletirão por toda minha existência. Mas é sempre assim , tudo que a gente faz, cedo ou tarde, acaba tendo repercusão.
Gostaria muito de fazer certas coisas, adquirir outras, ir para certos lugares, mandar certas pessoas para aquele lugar que todos conhecem, mas que poucos tem coragem de mandar.
A vida é assim, tem de tudo. Para se viver, o caboclo tem que aceitar certas regras, criar algumas, esquecer mais algumas, alias, tem regra para tudo, segue quem quer e arca com as consequências quem consegue (quem não consegue..., bom deixa pra lá), mas tem também, aqueles que estão acima de tudo e de todos (pelo menos é o que se acha).
Ja passei por situações escabrosas (duka essa expressão), tomei muito na cara, me ferrei algumas vezes, me arrependi, com certeza (acredito que a gente faz muita coisa por escolha e eu assumo todas), de coisas que fiz, mas na maioria das vezes não.
Minha vida é revigorante, mas tem seus momentos frustrantes também, como de todo mundo. Mesmo achando que sou diferente pacas de muitos por ai, sei que todo mundo tem momentos como os meus. Eu, as vezes, não gosto do rumo que minha vida toma, meu dever é concertar meus erros, mesmo que para isso, eu precise sangrar um pouco (não estou falando literalmente).
Cada um faz o que quer, mas como eu disse, arca com as consequências, quem consegue.
Passamos por diversas situações: Alegres, tristes, engraçadas, desesperadoras, desconcertantes, humilhantes, exitantes, revigorantes, outras tantas "antes", aliás, com disse, diversas.
Estou passando por momentos e situações que requerem mais de minha atênção e consideração, ja que são momentos e situações que refletirão por toda minha existência. Mas é sempre assim , tudo que a gente faz, cedo ou tarde, acaba tendo repercusão.
Gostaria muito de fazer certas coisas, adquirir outras, ir para certos lugares, mandar certas pessoas para aquele lugar que todos conhecem, mas que poucos tem coragem de mandar.
A vida é assim, tem de tudo. Para se viver, o caboclo tem que aceitar certas regras, criar algumas, esquecer mais algumas, alias, tem regra para tudo, segue quem quer e arca com as consequências quem consegue (quem não consegue..., bom deixa pra lá), mas tem também, aqueles que estão acima de tudo e de todos (pelo menos é o que se acha).
Ja passei por situações escabrosas (duka essa expressão), tomei muito na cara, me ferrei algumas vezes, me arrependi, com certeza (acredito que a gente faz muita coisa por escolha e eu assumo todas), de coisas que fiz, mas na maioria das vezes não.
Minha vida é revigorante, mas tem seus momentos frustrantes também, como de todo mundo. Mesmo achando que sou diferente pacas de muitos por ai, sei que todo mundo tem momentos como os meus. Eu, as vezes, não gosto do rumo que minha vida toma, meu dever é concertar meus erros, mesmo que para isso, eu precise sangrar um pouco (não estou falando literalmente).
Cada um faz o que quer, mas como eu disse, arca com as consequências, quem consegue.
domingo, março 20, 2005
Silêncio
Há tempo para o silêncio, onde nossos pensamentos e ações procuram entrar em sintonia para que não ocorra erros desmedidos e que nos faça arrepender do que fizemos.
O silêncio pode significar muita coisa: Mudança; esperança; desespero; saudade; melâncolia; nostalgia; tristeza; indignação; satisfação; contemplação; imaginação e etc e tal.
O silêncio também pode significar tempo.
Silenciados, temos uma vantagem, erramos menos, mas, contudo, podemos viver menos, ja que arriscamos menos.
Na quietude de um quarto ou até mesmo quando essa quietude é conseguida em meio uma multidão de gente, estamos mais aptos a entender o que nos cerca. Prestamos atenção a detalhes que passam desapercebidos quando estamos agitados.
Estou em silêncio agora, atento ao que acontece a minha volta, descontente com algumas coisas, esperando por outras. Estou em silêncio para tentar mudar e se eu mudar, tudo a minha volta também mudará.
O silêncio pode significar muita coisa: Mudança; esperança; desespero; saudade; melâncolia; nostalgia; tristeza; indignação; satisfação; contemplação; imaginação e etc e tal.
O silêncio também pode significar tempo.
Silenciados, temos uma vantagem, erramos menos, mas, contudo, podemos viver menos, ja que arriscamos menos.
Na quietude de um quarto ou até mesmo quando essa quietude é conseguida em meio uma multidão de gente, estamos mais aptos a entender o que nos cerca. Prestamos atenção a detalhes que passam desapercebidos quando estamos agitados.
Estou em silêncio agora, atento ao que acontece a minha volta, descontente com algumas coisas, esperando por outras. Estou em silêncio para tentar mudar e se eu mudar, tudo a minha volta também mudará.
sexta-feira, março 18, 2005
Eu amo
Eu amo a mim mesmo;
Eu amo meus pais, Geraldo e Fortunata;
Eu amo minhas irmãs, Renata e Rogéria;
Eu amo meus amigos (não vou escrever nome de ninguém);
Eu amo mulher;
Eu amo uma mulher;
Eu amo meus violões, alguns livros, alguns cds, alguns filmes;
Eu amo as pessoas que falo que amo (ontem mesmo eu disse, eu te amo, para alguém(dia 17));
Eu amo pão de queijo;
Eu amo tubarões;
Eu amo tigres (principalmente o branco);
Eu amo olhar a lua cheia;
Eu amo a noite;
Eu amo dirigir;
Eu amo a chuva;
Eu amo ver tanto o nascer quanto o por do sol;
Eu amo história em quadrinhos;
Eu amo desenho animado;
Eu amo a cultura japonesa (orientais como chinesa e tailandesa também);
Eu amo artes marciais;
Eu amo minha Minas Gerais;
Eu amo gatos;
Eu amo vampiros;
Eu amo ver tv;
Eu amo ir ao cinema;
Eu amo ir a alguns shows;
Eu amo frio;
Eu amo ficar no chuveiro;
Eu amo dormir;
Eu amo acordar e saber que o dia mal começou (não é simplesmente acordar cedo, mas é acordar cedo e não ter mais sono);
Eu amo a cor azul
Eu amo ficar sozinho;
Eu amo andar descalço
Eu amo livros;
Eu amo filosofia;
Eu amo astronomia;
Eu amo vinho;
Eu amo pés pequenos;
Eu amo ajudar;
Eu amo ser franciscano;
Eu amo ser cristão;
Eu amo budismo;
Eu amo blues, rock e algumas baladas também;
Eu amo escrever;
Eu amo discutir (mas não bater boca);
Eu amo andar sem rumo;
Eu amo (às vezes) ficar sem rumo;
Eu amo sentir o vento;
Eu amo os altos e baixos da vida;
Eu amo gostar de alguém;
Eu amo amar;
Eu amo montanhas;
Eu amo chorar;
Eu amo sorrir;
Eu amo abraçar;
Eu amo beijar;
Eu amo transar;
Eu amo viver.
Eu amo meus pais, Geraldo e Fortunata;
Eu amo minhas irmãs, Renata e Rogéria;
Eu amo meus amigos (não vou escrever nome de ninguém);
Eu amo mulher;
Eu amo uma mulher;
Eu amo meus violões, alguns livros, alguns cds, alguns filmes;
Eu amo as pessoas que falo que amo (ontem mesmo eu disse, eu te amo, para alguém(dia 17));
Eu amo pão de queijo;
Eu amo tubarões;
Eu amo tigres (principalmente o branco);
Eu amo olhar a lua cheia;
Eu amo a noite;
Eu amo dirigir;
Eu amo a chuva;
Eu amo ver tanto o nascer quanto o por do sol;
Eu amo história em quadrinhos;
Eu amo desenho animado;
Eu amo a cultura japonesa (orientais como chinesa e tailandesa também);
Eu amo artes marciais;
Eu amo minha Minas Gerais;
Eu amo gatos;
Eu amo vampiros;
Eu amo ver tv;
Eu amo ir ao cinema;
Eu amo ir a alguns shows;
Eu amo frio;
Eu amo ficar no chuveiro;
Eu amo dormir;
Eu amo acordar e saber que o dia mal começou (não é simplesmente acordar cedo, mas é acordar cedo e não ter mais sono);
Eu amo a cor azul
Eu amo ficar sozinho;
Eu amo andar descalço
Eu amo livros;
Eu amo filosofia;
Eu amo astronomia;
Eu amo vinho;
Eu amo pés pequenos;
Eu amo ajudar;
Eu amo ser franciscano;
Eu amo ser cristão;
Eu amo budismo;
Eu amo blues, rock e algumas baladas também;
Eu amo escrever;
Eu amo discutir (mas não bater boca);
Eu amo andar sem rumo;
Eu amo (às vezes) ficar sem rumo;
Eu amo sentir o vento;
Eu amo os altos e baixos da vida;
Eu amo gostar de alguém;
Eu amo amar;
Eu amo montanhas;
Eu amo chorar;
Eu amo sorrir;
Eu amo abraçar;
Eu amo beijar;
Eu amo transar;
Eu amo viver.
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